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    23/12/2009

    Especialista sugere veto às pulseiras do sexo

    Essa aqui é a mais moderna Árvore de Natal da galera...reflitam...


    Amarela – um simples abraço


    Rosa – mostrar o peito

     


    Laranja – dentadinha de amor


    Roxa – beijo com a língua – talvez sexo

    Vermelha – dança erótica à curta distância


    Verde – sexo oral a ser praticado pelo rapaz


    Branca – a menina escolhe o que quiser


    Azul – menina faz sexo oral (boquete)


    Preta – sexo com a menina na posição papai-mamãe
     
    ´☾`•.¸¸✴•*¨*☆FELIZ NATAL ☆*¨*•✴¸¸.•`☾´*•
    ♥ Meu Presente Pra Vc.... ♥ 

     

    As pulseiras coloridas viraram moda entre as meninas pré-adolescentes pelo apego estético. O significado sexual que elas carregam na Inglaterra, porém, não "pegou" entre as brasileiras. A grande maioria simplesmente desconhece o assunto.

     

    No entanto, o recomendado aos pais é não deixar as filhas usarem o adereço. "Tem gente que pode achar que é uma provocação, porque elas carregam originalmente esse apelo sexual. Para que ninguém fique na dúvida, melhor não usar", diz a psicóloga Marina Vasconcellos, que tem especialização em terapia familiar pela Unifesp e é mãe de duas garotas - uma de nove e outra de 11 anos.

     

    "Quando elas apareceram em casa com essas pulseirinhas, não vi nada de mais. Mas quando li na imprensa que na Inglaterra, onde foram inventadas, elas servem para designar brincadeiras sexuais, eu as proibi na mesma hora de usarem essas pulseiras."

     

    Cada cor representa uma ação que vai desde um inocente beijo no rosto até uma relação sexual completa. Para ter essa "prenda", bastaria, em tese, que o garoto quebrasse a pulseira da menina. "Mas todo mundo sabe que isso não tem nada a ver", diz Ana Carolina Russo, 14 anos, estudante do Primeiro Ano do Ensino Médio. "As pulseiras são até bonitinhas. Eu e minhas amigas até usamos de vez em quando. Mas ninguém vai fazer nada disso do que falam por aí."

    A doutora Marina concorda com Ana Carolina. "A maioria dessas meninas nem sabe o que essas coisas significam". A pulseira vermelha, por exemplo, dá direito a uma "lap dance" - será que uma menina de 14 anos sabe o que é isso?

     

    O ideal, segundo a doutora Marina, "é não apressar a sexualidade da criança". Ela explica: "Se tem 10 anos no máximo, melhor nem falar nada - é pura inocência. Se tem 14, uma boa saída é mostrar as reportagens sobre as pulseiras e deixar com que as próprias meninas se posicionem. Elas vão acabar se assustando e deixando as pulseiras de lado."

     

    Por precaução, alguns colégios de São Paulo proibiram o uso das pulseiras. É o caso do Santa Clara, uma escola de freiras na Vila Madalena (Zona Oeste) - coincidentemente, o local em que estudam as filhas da doutora Marina.

    Colaboração   Yahoo & http://quandoasborboletassecalam.blogspot.com/

     


    Escrito por Suede Santos às 00h53
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    22/12/2009

    Lua nova um desastre de filme. Porem...

    chris weitz

     

    Fenômenos adolescentes como Lua Nova são muito curiosos porque lidam como um material completamente fora do universo cinematográfico, mas causam um impacto inegável. Filmes como este seriam o futuro do cinema? A esperança dos produtores para atrair legiões como nos velhos tempos? Bem, o filme teve a maior bilheteria de um primeiro dia na história dos Estados Unidos: US$ 72 milhões. Não dá para negar isso. O filme deve, então ter algum mérito. Eu só não consegui descobrir bem qual é.

    Em primeiro lugar, há a comparação com Crepúsculo. Se o filme original tinha o frescor da novidade, ainda que uma novidade envernizada, uma reciclagem de toda a mitologia relacionada aos vampiros, este aqui tem um grande problema: tenta metabolizar o universo fantástico, deturpando lendas pelo excesso, tornando os personagens irritantes de tão onipotentes. Sua invencibilidade é inversamente proporcional à capacidade de os combates entre eles nos envolverem.

    Pior ainda é quando estes combates são mal filmados. Chris Weitz assume a série, elevando a virtualidade à décima potência, dedicando-se com devoção a criar um filme de grande impacto visual, mas produzindo um dos longas mais bregas dos últimos tempos. A utilização da câmera lenta é quase criminosa. Praticamente todas as cenas tem esse efeito em maior ou menor grau. Numa delas, uma vampira tem uma visão do futuro e o casal de protagonistas aparece correndo, em slow, claro. O efeito soa tão deslocado que a plateia veio abaixo. Parecia uma cena de piada de um programa de humor.

    O longa anterior tinha um comandante melhor. Catherine Hardwicke, diretora de Aos Treze, tinha um material mais interessante na mão, e sobre transformá-lo num filme de adolescentes com elementos fantásticos. Como Crepúsculo era muito mais um filme teen do que um longa de ação, as coisas se equilibravam. Aqui, com a ação como espinha dorsal da narrativa, as coisas se complicam. A introdução dos lobisomens, além do aspecto carnavalesco, multiplica a quantidade de CGI. Assim como a incompetência em administrá-la.

    O texto de Stephanie Meyer é muito frágil. Para movimentar sua história, ela abre mão de seu protagonista durante 70% da trama e isso tem dois impactos diretos. O primeiro é que o filme acontece em dois planos, completamente distintos. Num estão os lobisomens, a apresentação de sua história e sua mitologia, e uma nova história de amor. Em outro, os vampiros e a obrigatoriedade em dar sequência ao filme e ao romance anteriores, com uma ampliação tosca das lendas envolvendo os personagens. O tráfego entre esses dois planos é muito incompetente. Nenhuma mudança de cenário parece natural, o que deixa o filme completamente truncado.

    O segundo problema da ausência do protagonista é que sua falta tenta ser suprida de todas as formas: para dar densidade à história de amor interrompida, o roteiro pede um sofrimento irrestrito dos atores, o que resulta num festival de testas franzidas, respirações ofegantes e pausas excessivas que nem encontram substância no texto muito menos habilidades nos atores. Kristen Stewart e Taylor Lautner, o novo galã, garantem a canastrice. Para completar, Robert Pattison dá as caras em sucessivas aparições no melhor estilo fantasminha camarada. Bem, mas isso não deixa de ser interessante.

    Lua Nova Estrelinha
    The Twilight Saga: New Moon, Chris Weitz, 2009

    Fonte >>>> http://www.interney.net/blogs/filmesdochico/2009/11/23/lua_nova_1/


    Escrito por Suede Santos às 06h00
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